Olá leitores!
Comecemos a semana falando sobre a nossa juventude com seu jeito de amar (ou não), e esse objetivo comum em todas as faixas etárias: Busca de um amor correspondido!
O nosso amigo Magrão, escreveu mais um texto ótimo, o qual ele publica no site da Ultimato, e que vale sempre a pena ser lido e compartilhado. Então nos resta compartilhá-lo para que vocês possam ler também.
Juventude: Paixão e amor
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| fonte: Inutil Talvez |
Apaixonar-se
é uma das características mais marcantes de uma juventude descolada. Andar
pelas ruas, frequentar ambientes onde jovens se reúnem traz o aroma da paixão.
Fico a refletir se tais paixões estão abertas ao processo de chegar ao amor.
Amar
é algo careta, ultrapassado e que não faz sentido em nosso mundo moderno?
Sim,
você sabe onde quero chegar. Isso mesmo! O amor que te faz desejar caminhar ao
lado de alguém pelo resto de seus dias. De uma construção saudável entre dois
universos diferentes, com suas manias e tudo mais que vêm nesse desafio.
Curto
demais bater papo e saber o que se passa na cabeça dessa juventude.
Interessante que no campo das relações todo começo é muito bacana, envolvido
por uma atmosfera avassaladora, onde o discurso é tipo “encontrei a mulher da
minha vida”, “sim será para sempre”, “ela me completa”, e por aí vai.
Por
que jovens têm tanta dificuldade em trabalhar a comunicação aberta, o olhar
denunciador de si mesmo, suas fraquezas, neuras e tudo mais, que mais cedo ou
mais tarde, virá à tona e precisarão ser trabalhadas?
Porque
são jovens e ponto final. Será que a resposta é simplista?
Muitos
se relacionam sem a preocupação com o outro, com os sentimentos que são
despertados e, por vezes, sem pensar no que uma quebra nessa relação, que
muitas vezes se inicia de maneira tão rápida, pode causar.
Tenho
acompanhado relações rápidas que tem tudo para dar certo e acabam se
desmanchando como uma brisa que se dissipa e deixa marcas. Essas marcas muitas
vezes são difíceis de apagar. Jovens acabam sendo afetados por uma distorção e,
até mesmo, passam a evitar a experiência de um novo encontro, um recomeço.
Ok.
Estou exagerando. É isso?
Sim
eu também já sofri por amor e quem nunca sofreu que levante a mão e mostre o
caminho. Mas o essencial nesse processo é nunca desistir, prosseguir e encarar
o desafio em busca não do príncipe encantado e seu cavalo branco, mas de alguém
real, sensível, sincero e que, como eu e você, quer eternizar o sentimento mais
lindo e prático do universo, das galáxias: o amor.
Amar
continuará sendo um desafio. Desafio que vale a pena. Afinal, todos desejam ser
felizes no amor e continuarão buscando incansavelmente alguém que complemente
sua vida, tornando-a mais colorida e cheia de significados.
Feliz
eu, e quem sabe você, que encontrou o amor e desse encontro chegou à sua
própria definição.
Aqui deixo a minha:
"O lirismo, a
pureza e a singeleza da declaração ‘sim eu aceito’ é a sublime atmosfera que
inunda dois corações dispostos a amar, se entregar, aprender e sonhar o sonho
da cumplicidade, da amizade. Um cordão que suporta, supera e caminha enxergando
no outro o seu complemento. Amar é divino e por ser divino é eterno e contradiz
a fluidez passageira da paixão. Um frio que nos domina. As palavras que fogem
ou simplesmente por querer dizer de trêmulas pernas ‘tanto faz o caminho’. Mãos
tomadas de suor e a reação comum aos enamorados: a admiração calada que traduz
tudo quanto o amor significa."
Por Jeverton
“Magrão” Ledo
Carolas

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